Crescimento do mercado imobiliário em 2016

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O mercado de investimento imobiliário encontra-se em recuperação e o aumento de confiança dos intervenientes vai continuar em 2016, sobretudo no sector prime. Quem o garante é o mais recente estudo do RICS com foco no terceiro trimestre de 2015, com conclusões muito similares às alcançadas analisando o estudo de mercado da Worx ao mercado imobiliário de 2015.

Segundo a consultora Worx, a médio-prazo o crescimento estará salvaguardado também por bons indicadores económicos do país como as melhorias contínuas no mercado de trabalho que se reflectem num aumento da ocupação de escritórios.

“A atribuição de crédito será mais facilitada o que se tornará num importante desbloqueador para inúmeros negócios e um factor importante na atracção de investimento tanto nacional como estrangeiro. Todos estes indicadores levarão a cada vez menos espaço disponível e a um potencial aumento nos valores praticados tanto das rendas como das operações de venda. Prevê-se que o mercado de escritórios e retalho sejam os sectores que vão registar os maiores aumentos de renda, consequência do considerável aumento da procura com a contenção da oferta, especial de novos projectos”, lê-se no comunicado.

No que diz respeito aos valores, os efetivamente praticados revelam-se muito próximos dos valores pedidos, sendo que na generalidade são considerados pelos intervenientes como valores justos de mercado.

Quanto a ciclos de crescimento, 46,2% do painel do estudo considera que o mercado português encontra-se a meio do seu crescimento, enquanto 38,5% o enquadram numa fase ainda prematura do seu crescimento.

Relativamente a expectativas do mercado, os sectores mais promissores para negócios de investimento são os sectores prime de escritórios e retalho, enquanto do outro lado da balança se encontra o mercado industrial secundário (imóveis menos qualificados em localizações periféricas).

No mercado de arrendamentos as expectativas permanecem positivas em todos os sectores sendo que os prime permanecem os mais elevados ao passo que o menos promissor é o secundário de retalho (localizações menos centrais).

Fonte: Diário Imobiliário

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