Projecto milionário vai mudar o visual da Av. Fontes Pereira de Melo

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Como será Picoas – a zona entre o hotel Sheraton e a Maternidade Alfredo da Costa (MAC), junto à Avenida Fontes Pereira de Melo – dentro de dois anos? Muita coisa vai mudar nesta área de Lisboa. Em causa está o projeto FPM 41 (iniciais da avenida e respetivo número da porta): as obras já arrancaram e no segundo semestre de 2017 devem estar concluídos os 17 pisos deste edifício de escritórios, que terá ainda três lojas e restauração no piso térreo. O projeto está orçado em 50 milhões de euros.

Segundo o Expresso, nas traseiras do edifício vai nascer um espaço público verde, uma extensão do atual jardim Augusto Monjardino frente à MAC e que vai implicar o corte da Avenida 5 de Outubro, cujo trânsito será escoado pelas ruas adjacentes.

O bosque, como é designado na memória descritiva do projeto, foi uma exigência da Câmara Municipal de Lisboa junto do promotor, o Edifício 41, pertencente ao fundo FLIT — Fundo Lazer Imobiliário e Turismo, gerido pela ECS Capital. A área verde que será implantada terá cerca de 4.000 m2 e já se insere no programa da autarquia “Uma praça em cada bairro”.

De referir que o projeto FPM 41 vai concorrer à certificação LEED Gold (Leadership in Energy and Environmental Design) que lhe irá conferir o título de edifício sustentável de topo, uma garantia dada pelo promotor à publicação. A certificação com reconhecimento internacional condiciona a construção dos projetos desde a raiz e é, desde logo, sinónimo de garantia de redução de gastos de energia e água e boa qualidade do ar interior. Há cerca de 65.000 edifícios credenciados em 150 países, mas em Portugal são menos de dez – o Porto Business School ou o edifício Sonae Maia Business Centre são dois deles.

“[o objetivo é atrair] especialmente empresas de grande dimensão onde a preocupação com o ambiente, sustentabilidade, flexibilidade e eficiência estão incorporados nas suas políticas e valores”, adiantou fonte oficial do FLIT.

De acordo com o promotor, “a altura do edifício é inferior à dos edifícios circundantes (o Sheraton, por exemplo, tem 28 andares) e vem permitir harmonizar uma das principais artérias de Lisboa, contribuindo para o equilíbrio paisagístico, bem como para um aumento da fruição do espaço público”.

Fonte: Idealista.pt

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